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quarta-feira, 11 setembro 2019 21:50
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Neuromielite ótica: qual a influência da migração nos doentes não caucasianos?

O Dr. Ricardo Soares dos Reis, interno do serviço de Neurologia no Centro Hospitalar São João, foi um dos portugueses que marcou presença no primeiro dia do Congresso do European Committee for Treatment and Research in Multiple Sclerosis (ECTRIMS). Em entrevista à News Farma, o neurologista apresenta a sua investigação, em formato póster, subordinada ao tema “Influence of migration on the prognosis of neuromyelitis optica spectrum disorder in non-Caucasian patients”. Assista ao vídeo.

Vídeo

O projeto de investigação, desenvolvido conjuntamente com a Dr.ª Jacqueline Palace, consiste numa base de dados gerada através da junção de vários centros mundiais espalhados por 13 países, onde a equipa de investigadores comparou o prognóstico com neuromielite ótica seropositivo em doentes não caucasianos nos países ocidentais e no seu país de origem. "Definimos como migrantes os doentes não caucasianos que moravam nos Estados Unidos da América, Inglaterra e Dinamarca, comparativamente aos doentes não caucasianos que moravam nas ilhas das Caraíbas, na índia e em vários centros do Este e Sudeste Asiático", explica.

O jovem interno partilha com a News Farma as conclusões dessa comparação: foi descoberto que o prognóstico dos migrantes, tanto dos países do subcontinente indiano como dos países do Este e Sudeste Asiático, é semelhante aos nativos, ao passo que, no caso dos pacientes descendentes de Africanos ou de Caribenhos, o prognóstico é melhor.

"A razão pela qual isto acontece é ainda desconhecida, embora exista já um padrão semelhante descrito para doentes com esclerose múltipla", acrescenta.

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